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Nossa História

O casal Pedro e Maria é descendente das primeiras levas de Italianos da região de Veneto que chegaram ao Brasil. Ele, filho de Domingos Guarinon (depois abrasileirado a Guarinão) e Maria Cervatto, nasceu em 30 de março de 1.897 em Santa Rita do Passo a Quatro (SP). Ela, Nascida em 30 de outubro de 1.900 em Pontal Paulista Velha (SP), filha de Aquiles Bersani e Adelaide Menegueli. Casaram-se em 31 de dezembro de 1.920.


Na sua juventude, Pedro foi obrigado a ajudar sua irmã Angela que havia perdido o marido vítima de uma bala na cabeça (tinha a mania de dormir com o revolver por debaixo do travesseiro) a cuidar dos 05 filhos que tinham, assim, todo o fruto de seu labor, utilizava na educação e sustento dos sobrinhos.


Em 1.922, chegaram a Presidente Prudente, recém-emancipada de Conceição do Monte Alegre (hoje Paraguaçu Paulista) na década de 1910, pela ferrovia. Instalaram-se em fazendas de Café, desbravando a região, alguns anos após, comprou seu sitio, em que viveu até sua morte em 1.997 aos 100 anos, e que seus dois filhos, Elydio e Ercídio vivem até hoje.


Tiveram 13 filhos (Olívio, Jessir, Nair, Engrácia, Ercídio, Mercedes, Aparecida, Lídia, Elydio, Nadir, Genir, Neide e Domingos), sendo que dois destes não sobreviveram (Olívio e Domingos).


De temperamento enérgico e sistemático, Pedro impunha uma educação severa aos familiares, se orgulhava de ter criado nove filhas e não ter nenhum desgosto com as mesmas. Seu “simples” olhar era mais forte de qualquer palmada (que nunca deu em seus filhos). O casal se completava e vivia em plena harmonia a sua época. Ele, conforme narrava Maria, muitas vezes iniciava e terminava os trabalhos ainda com o luar nos cafezais, ela era responsável pela lida e trato com os animais (ele não se atrevia a lidar com animais talvez pelo deu temperamento), assim, Maria domava, domesticava, retirava leite, negociava ovos e pequenos animais na cidade onde ia em lombo de burros em troca de tecidos e mantimentos para sustentar a casa. Eram eles que perfuravam poços, abriam matas, serravam madeiras com “traçador”, enfim...construíram sua história.


Nas poucas festas que havia, ao ser convidado, Pedro, sanfoneiro, colocava sua sanfona de 8 baixos nas costas, montava no seu cavalo e voltava só no dia seguinte. Após os 85 anos, sempre solicitava ao filho Elydio (que permaneceu morando na casa dos pais), que matasse uma novilha por poder ser o ultimo aniversário... Assim se foram 15 novilhas....


Ela faleceu em 1.975 vitima de complicações pelo diabetes, ele, após completar 100 anos em 1.997, faleceu uma semana após a festa realizada pela família, segurando a mão do filho Elydio, e de forma serena.

 

A história de determinação, perseverança e conquista do casal inspirou a abertura do Pietro i Maria, uma cantina tipicamente Italiana, que busca preservar e perpetuar a memória da família ao servir com dedicação os famosos pratos da culinária Italiana, muitos deles com toques e segredos que Dona Maria deixou, e atender os clientes de forma impecável, como o Senhor Pedro ensinou aos seus filhos.